quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Políricos


Hoje deu-me para inventar palavras.
Porventura a moda pega e ainda vamos ter um novo acordo ortográfico. Por falar nisso, ortográfico, agora leva acento ou não? Bem…, deixem para lá!

Inventei uma palavra que me veio á “caneca” depois de ler o blogue do FM.
A palavra é, “POLÍRICOS” e o significado da mesma (á moda de uma muito antiga série humorística brasileira) é, a junção de um político, com um lírico.

Se pensarem bem, tem tudo a ver.
Basta fitar o telejornal de qualquer dos canais televisivos, ou ouvir a rádio como fez o FM, e vemos políticos a debitar matéria e a dizer-nos que vão mudar o mundo, á boa maneira de um político.
Depois, Lírico porque por definição, a palavra é indicada para descrever gente subjectiva.
Seguidamente, “polírico” ou “políricos” até soa bem.

Dependendo do ponto de vista podemos ajustar como quisermos, e a julgar pelas imagens nas TV(s), poderíamos conciliar as duas palavras, políticos e líricos, sem o mínimo problema quanto ao seu significado, adjuvando-lhe ainda uma pitada de  “telenovela” (brasileira) ou “peixeirada” (á boa moda do nosso bolhão).

Gosto especialmente de ver e divirto-me imenso com caricaturas, logo eu que gosto de circo e em especial dos palhaços. Bem melhor que um bilhete de cinema em sessão de humor. É verdade!!! Devem pensar que eu estou a brincar, mas nunca viram aquela comédia…? Aquilo é nota máxima.

Fico deveras um pouco preocupado quando vejo.
Tenho medo até que uma coisinha má aconteça em canal aberto. Um homem que não respira enquanto fala? É que é um caudal de palavras. Impressionante!!!
É de tal forma que até controlei tempos sem respirar, enquanto se exercia o débito de palavras. Á pois é…, fielmente 11 segundos…, deve ser recorde!!!!

Mas outra coisa que me preocupa.
Não tenho visto a minha Maria e ela não perde pitada, mas tem aparecido pouco e até já me informei se tinha tido algum resfriado…, ou assim…, mas parece que não.
As mulheres pensam sempre na forma de engordar os esposos que andam muito magriços. Melhor ainda que quando entra um dinheirito com a venda de papel, de certeza não falta comidinha na mesa.

Mas tem coisas que não gosto.
Jamais me apresentaria em directo com a barba por fazer. Não sei…, acho que não fica bem! Imaginem que eu tinha pelo menos 3 ou 4 reformas pagas pela SS, alguém tinha de me avisar para tratar mais a imagem.
Podia ser alegre e poético, aparecer assim na TBê, com a barba por fazer, mas não fica bem.

Lembrei-me agora que quando fizer anos convido-vos para uma festa enorme lá para os lados da Atalaia.
Mas vou dar o exemplo. Barbinha feita, fatinho…! Ah pois é…!
Embora… mastigue um pouquinho as palavras e a cassete não ser já a mesma.
O avanço da tecnologia tem destas coisas, repensa-se muito depois fica-se com a aparelhagem igual á do vizinho. Conclusão, o som é igual.
Não pode…! Há que mostrar a diferença mesmo sem muro a separar do vizinho.

Mas felizmente ando bem de saúde.
Depois há fases em que estamos mais ou menos nobre. Tem outras em que estamos mais ou menos defensor de tudo e todos. Só que por vezes também já não sabemos o que dizer e fazer para cativar mais amigos. É a vida!

Ah…! Com isto tudo esqueci-me.
Que lhe parece então a tal palavrita? “POLÍRICOS”!
Vale a pensa pensar nisto. Depois digam-me o que pensam.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Orgulhoso Português


Boa noite. Peço desculpa por falar em Português, mas sou um orgulhoso Português”.

Finalmente alguém (figura pública) que pensa como eu, “ser orgulhosamente Português” e não tem vergonha de o dizer em público, em Português, a milhões de pessoas.

José Mário dos Santos Mourinho Félix, vulgo conhecido por “Special One”.

Mais do que o ter ganho o prémio de melhor treinador mundial do ano (mesmo que não ganhasse, já sabíamos que o era), valeu mais que tudo, o início da sua intervenção.
Sem preconceitos, sem decremento, curto, conciso e consistente, senhor do seu papel, aclamando o nome…, “Português" em Português.

Somos descendentes de Celtas, Romanos, Visigodos e Iberos.
Navegamos por todo o mundo e o dividimos em dois.
Chegamos á América primeiro que os nossos vizinhos, conforme comprova o marco quinhentista no museu de Massachusetts, e com data anterior á da chegada dos Espanhóis. Somos das mais antigas nações da Europa e para ela muito contribuimos já, ao longo das eras.

Não temos de ser diminuídos e subservientes aos olhos da Europa e do mundo.
Temos sim de mostrar que somos organizados, inteligentes, destemidos e empreendedores, tão bons ou melhores que os melhores. Que temos gente capaz!
Não…, não sou, nunca fui, nem nunca serei, xenófobo.
Sou, sempre fui e sempre serei, um “orgulhoso Português”, e nesse tema, tenho o ego do tamanho do universo.

Sim, é verdade que temos um presente de caca, que o nosso nome nacional anda pelas ruas da amargura (financeiramente falando), mas todos sabemos porquê e que a culpa é nossa, em grande parte, pela situação actual!
Sim, culpa do nosso eterno feitio do “deixa andar que isto há-de mudar”; do “deixa arder a casa do vizinho”, enquanto que fechamos a nossa janela para que não entre o fumo; do “enquanto não for comigo que se dane”; do “sou uma nação triste e deprimida”; do “a culpa é deles que são maiores que nós”.
Já chega!!!

Temos o dia de Portugal e bem, mas este dia 10 de Janeiro de 2011, deveria ficar marcado e bem gravado na mente de todos nós como sendo o dia do, “orgulhoso Português”.
O dia em que alguém teve a coragem de, sem preconceitos e vassalagem, dizer a milhões:

Orgulhoso Português!

Obrigado José Mourinho.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Rir - 2º Acto

Hoje não me apetece escrever.
Estou melancólico com este tempo depois do dia de ontem.
Como muitos de os meus amigos se devem sentir assim, optei por postar um vídeo.
Divirtam-se!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Rir - 1º Acto

Falta humor.
Talvez o tempo de inverno aliando noticias que ouvimos na comunicação social, talvez o retrato de uma crise e as preocupações mundanas que afecta cada vez mais todos nós, talvez por si só sermos já um povo triste em comparação aos nosso vizinhos Espanhóis, sei lá.

Talvez tudo junto seja a causa deste nosso estado de espírito nacional, melancólico, triste, pardacento, desgostoso e algo amargo, para que no final, se pensarmos bem, esta vida é bem mais curta do que aquilo que imaginamos.

Os anos passam, envelhece-se e olhando para traz, vêem-se que se tornaram pessoas ásperas e crispadas que perderam anos de vida na cultura do lamento e da tristeza.
Deveríamos acabar com a nossa melancolia nacional de uma vez por todas.
Somos dos povos mais afáveis da Europa, senão o povo numero 1 e ao mesmo tempo somos dos mais entristecidos. Não entendo esta contradição.

Deve ser algo que nos vem das épocas quinhentistas e continua impregnado em nós sem que nos demos conta ao longo das eras. Damo-nos derrotados á partida quando deveríamos ter um alto pensamento positivo. Afinal somos uma nação com uma das histórias mais ricas no mundo e só por isso deveríamos ter orgulho colectivo.

Rir é uma boa terapia.
O humor e o riso, quanto mais praticados, fazem com que o nosso bem-estar aumente e quanto mais nos rimos, mais procuramos encontrar formas para rir.
E o consenso é geral quando os entendidos na matéria se proclamam sobre este assunto pois, dizem eles, que a partir de posições positivas o nosso cérebro consegue elevar-se, abstrair-se e criar novas relações com o nosso corpo. Resumindo, cura-lo.

A quantos de nós um dia corre melhor sem sabermos o porquê, já que esse dia em nada foi diferente do anterior? E talvez somente porque começamos o dia a rir, sem nos termos apercebido.
Já diz o ditado que “rir é o melhor remédio”.

Portanto, estou a fazer a minha parte e tentar tornar-me cada vez mais positivo.
Nesta matéria e como técnica terapêutica, vou fazer o que me compete e irei postar, de quando em vez, alguns vídeos que me vão chegando de amigos e familiares.

O vídeo de hoje é o 1º acto. Façam o favor de rir bastante e como diz um amigo meu, 
tentem, tentem ser felizes”.


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Notícias Frescas

Um segredo é algo que se guarda no local mais profundo do ser.
Por vezes é difícil guarda-lo para si mesmo e quando os segredos são a causa, o efeito, a origem de haveres negros de experiências vividas, vai carcomendo e consumindo por dentro.
Amiúde chega o ensejo na decisão de o revelar a alguém, tal é a forma como desgasta e aniquila quem, em tal condição, por vezes se encontra.

A revelação de um segredo em jeito de confidencialidade é um acto de confiança para com outrem, normalmente um amigo/a chegado/a, penhorando aquele/a a quem é revelado e obrigando-o/a a operar, o resultado da responsabilidade e confidencialidade.

Todavia existe gente a quem contar um segredo é de todo impróprio. Desconjuntam-se no milionésimo de segundo seguinte, aos quatro ventos e sete colinas.
É o mesmo que dizer-lhes, “não te esqueças de publicar e espalhar a anunciação”.

Interessante ainda é que ao revelarem um segredo que está ao abrigo desse preceito de confidencialidade, o testemunho é completado com frases do tipo “mas eu não te disse nada ok? Faz de conta e não contes a ninguém”.
Esta dita, vinda de alguém que sofre de agravada incontinência verbal, fica sempre bem.

Incontinência verbal! Gosto abertamente desta expressão.

A internet é um excelente meio de comunicação e relacionamento entre pessoas.
É uma ferramenta excepcional e utilizo-a desde os seus primeiros momentos de existência.
De há uns meses para cá e ao abrigo de algumas conversas que tenho ouvido, efectuei algumas pesquisas, ao alcance de qualquer um, sobre imagem e postagem de perfis pessoais na internet, bem como postagem de comentários e conversas públicas.
Cheguei a algumas conclusões bastante interessantes.

Através de imagens publicadas em perfil publico (por vezes centenas em variadas situações); de algumas informações em perfil pessoal publico; de comentários ou conversas do tipo pergunta versus resposta; e conversas públicas, através de tudo isto, é possível determinar, em muitos utilizadores desconhecidos:
O perfil psicológico; o perfil físico (por vezes quase na sua plenitude); relacionamentos familiares, de amizade e amorosos; seguir os locais visitados durante o dia (posta-se de tudo e em qualquer momento via telemóvel); área geográfica da residência; viatura; frequência em locais ao fim-de-semana; enfim…, …, …, pois não quero alongar-me na descrição.

Ao postar, todo e qualquer tipo de informação escrita ou de imagem, revelam com bastante precisão sobre a sua pessoa.
É bicudo sustentar sigilos na internet e entre os quais, alguns segredos pessoais.
Pesquisando em vários motores de busca, é possível encontrar bastante informação sobre pessoas e o sobejo progresso das redes sociais, veio ampliar ainda mais o campo de pesquisa.
A 9 de Fevereiro de 2010 nos Estados Unidos, iniciou-se a campanha “think before you post”. Vale a pena ver e pensar sobre os vídeos da campanha.

Muitas situações tenho ouvido sobre acontecimentos origiundos da falta de cuidado nas postagens.
Também não quero de toda a forma ser tomado por radicalista, aterrorizador, ou anti-postagem. Longe de mim tal ideia.
Sei é que, o seguro morreu de velho e convenhamos que ninguém, sanamente capaz, gosta ou gostaria de ver a sua privacidade violada e exposta na praça pública.
Pressuponho eu de que!

A internet é uma ferramenta excelente, essencial e sublime.

A internet é também, uma incontinente informativa.






segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Intenção



Não sou muito dado a reter e girar á volta das previsões astrológicas. Perdoem-me!
Dizem que este ano é o ano de Mercúrio e como tal, que este vai impulsionar transformações e possibilitar ajustamentos.

Mercúrio era o Deus mensageiro, das comunicações, aquele que trazia as boas novas, negociador, amante das relações e pessoas, apaixonado pela velocidade.

Não acredito muito na tese que o destino esteja traçado á nascença e acho que tem tudo muito mais a ver com as opções e decisões que tomamos diariamente, ou mais precisamente com a “intenção” com que..., as não tomamos.

“Intenção”…, uma palavra esfregada pelo nosso vocabulário diário.

Quando alguém diz “tenho a intenção de…”, quase sempre consumimos a possibilidade de “não ir passar-se nada”. Falta-lhe o exercício da acção.
Porém, esse é o sentimento, o propósito, a disposição a que nos agitemos a realizar alguma coisa, para que os pressupostos aconteçam.
O dito, “de intenções está o mundo cheio” é certo, se só houver a “intenção”, sem a posterior acção.

O que conta é a “intenção”!!! Será?
A evasiva para algo mal consumado, imperfeitamente concluído ou não executado, afinal sem o esforço da boa “intenção”, é de que a “intenção” conta.
Teve “intenção” mas, sem dedicação? Então considere-se reabilitado.
Se houver “intenção” sem haver a propensão a uma acção, houve “intenção”?
Não, nunca houve alguma "intenção".

“Intenção” implica posterior movimento, actividade ou frenesim, e é a negativa da apatia e da estagnação. É o antecedente á acção.
Quando muitos têm a mesma “intenção” poderão afastar serranias, abrir caminhos, fechar ou desobstruir portas, mudar atitudes doutrem, avançar e elaborar definindo objectivamente..., a sua "intenção" passando á acção.
Pessoalmente, prefiro que não se opere o pregão da "intenção", a ser realizado…, sem a menor das boas “intenções”.

Segundo o desígnio dos astrólogos, 2011 é o ano das boas transformações.
Que me perdoe Mercúrio a minha "intenção", mas hoje ao escrever foi com o intuito  de desejar e em especial a todos os que me lerem, um excelente ano repleto e absoluto de “intenções”.
De boas "intenções", plenas de execuções.

Já agora…, tenho a “intenção” de não abastecer gasóleo, sempre que possível, naquela que todos sabem.
A partir de amanhã, a minha “intenção” deixa de o ser, passa a ser atitude.